Pesquisa global com 662 donos de academias e estúdios em 11 países aponta demanda aquecida pelo setor fitness e mostra que operadores bem-sucedidos estão repensando suas estratégias de crescimento diante de novas expectativas dos consumidores e do aumento dos custos
Informe publicitário
23/9/2026
O novo Relatório do Crescimento do Mercado Fitness 2026, do Wellhub, revela que 86% dos donos de academias e estúdios aumentaram sua base de alunos neste ano e 56% melhoraram sua margem de lucro, mesmo em um cenário de maior concorrência e aumento do custo para conquistar novos clientes.
O relatório ouviu 662 donos de academias e estúdios em 11 países, por meio de uma empresa independente de pesquisa. Entre os operadores que responderam à pesquisa, 40% afirmam que suas receitas estão crescendo atualmente em ritmo superior aos custos, 23% dizem que ambos avançam no mesmo ritmo e 37% afirmam que os custos estão crescendo mais rapidamente. Os resultados apontam para um setor resiliente, no qual os operadores mantêm o ritmo de crescimento enquanto se adaptam a um ambiente cada vez mais complexo.

A competição também está transformando o mercado: 95% dos proprietários afirmam que a concorrência se intensificou nos últimos três anos. Ao mesmo tempo, os operadores enxergam espaço significativo para expansão: 40% planejam abrir novas unidades nos próximos 12 meses. Os dados revelam um setor que não apenas está crescendo, mas também transformando a forma como cresce. À medida que o mercado se torna mais dinâmico e as expectativas dos consumidores mudam, os operadores estão adotando novas estratégias para atrair alunos, diferenciar sua oferta e extrair mais valor de seus negócios atuais.
Operadores estão adaptando sua oferta em torno de flexibilidade e variedade
De acordo com 86% dos proprietários de academias, os alunos se tornaram mais sensíveis ao preço neste ano. Essa sensibilidade, no entanto, se traduz em expectativas mais amplas sobre o que recebem pelo valor investido, e não apenas em uma demanda por mensalidades mais baratas. Contratos mais flexíveis ou de menor duração são a solicitação mais comum (66%), seguidos por melhores opções digitais ou híbridas (65%) e serviços de recuperação pós-treino (48%). Os preços mais baixos aparecem apenas em quarto lugar, com 46%.
Os resultados sugerem que os alunos estão avaliando cada vez mais o valor de uma oferta com base em fatores como flexibilidade, variedade e diversidade de experiências disponíveis. Para os operadores, isso cria oportunidades de responder à maior sensibilidade a custo, fortalecendo a proposta de valor como um todo, em vez de competir apenas por preço.
Operadores recorrem à tecnologia para crescer com mais eficiência
Mesmo com a demanda aquecida, conquistar novos alunos por meio de canais diretos tradicionais, como publicidade e marketing, está ficando mais caro. O aumento dos custos de aquisição de clientes já é uma realidade para 82% dos proprietários ouvidos na pesquisa. Como apenas 6% contam com o apoio de uma equipe dedicada de marketing ou de uma agência, 87% chegam a dedicar até metade de sua semana de trabalho pessoalmente a atividades de marketing e de aquisição de alunos.
Para os operadores que buscam escalar o crescimento, a tecnologia está se tornando uma parte cada vez mais importante da estratégia de negócios. No último ano, 65% investiram em novas tecnologias, incluindo plataformas de CRM, sistemas de agendamento, automação e ferramentas de inteligência artificial. Além disso, 52% acreditam que a IA será essencial para competir pela atenção dos alunos nos próximos 12 meses. Esses investimentos apontam para um movimento em direção a uma aquisição de clientes mais escalável, permitindo que os operadores ampliem seu alcance sem um aumento proporcional de tempo ou recursos.
Bem-estar corporativo gera demanda incremental e ajuda a aproveitar capacidade ociosa
A pesquisa também mostra que há espaço para os operadores crescerem aproveitando melhor a capacidade de suas próprias instalações. A capacidade ociosa ainda é uma realidade relevante no setor: 85% dos proprietários afirmam que pelo menos um quarto de seus estabelecimentos fica sem utilização nos horários de menor movimento, mas apenas 20% possuem uma estratégia estruturada para aproveitar essa capacidade e gerar receita. Isso revela uma oportunidade significativa para os operadores extraírem mais valor de estruturas que já mantêm em funcionamento.
As parcerias com plataformas de bem-estar corporativo estão se consolidando como uma das formas mais eficientes de capturar essa oportunidade e, ao mesmo tempo, reduzir a dependência dos canais tradicionais de aquisição de alunos. Entre os proprietários que trabalham com uma plataforma de bem-estar corporativo, 76% afirmam que a receita gerada por esse canal representa uma nova fonte de receita, em vez de receita deslocada de alunos que já frequentavam seus estabelecimentos. À medida que essas parcerias amadurecem e os operadores ganham mais experiência com o modelo, a percepção também se torna mais positiva: no total, 97% afirmam que sua percepção sobre essas parcerias melhorou ou permaneceu inalterada nesse período, sendo que 59% dizem enxergar as parcerias de bem-estar corporativo de forma mais favorável do que há dois anos.
Dados do próprio Wellhub reforçam o caráter incremental dessa demanda: 90% dos usuários do Wellhub que frequentam academias parceiras são novos ou reativados nesses estabelecimentos. O dado mostra como o bem-estar corporativo pode ampliar o universo de pessoas que participam do mercado fitness, ao mesmo tempo em que permite aos operadores alcançar clientes que dificilmente seriam conquistados por meio dos canais tradicionais de aquisição.
A pesquisa também identificou diferenças entre os operadores parceiros do Wellhub e aqueles que não trabalham com a plataforma. Entre os parceiros do Wellhub, 96% aumentaram sua base de alunos neste ano, em comparação com 80% dos operadores que não possuem parceria com uma plataforma de bem-estar corporativo. Além disso, enquanto 30% dos operadores sem uma parceria de bem-estar corporativo afirmam que mais da metade da capacidade de suas instalações fica ociosa nos horários de menor movimento, esse percentual é de apenas 5% entre os parceiros do Wellhub.
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Uma pesquisa independente realizada pela EY-Parthenon a pedido do Wellhub oferece uma perspectiva adicional sobre o desempenho financeiro das academias parceiras da plataforma. O estudo, que analisou 813 unidades de academias no Brasil, identificou crescimento médio de 32% no EBITDA, acompanhado de uma melhora de 3,3 pontos percentuais na margem operacional.
“O que vemos é um setor com um forte ritmo de crescimento, no qual as estratégias para crescer estão evoluindo”, afirma Daniel Mazini, líder de Parcerias Globais do Wellhub. “Trabalhar de perto com milhares de parceiros da indústria fitness nos dá uma oportunidade privilegiada de aprender com a inovação que está acontecendo em todo o setor: como os operadores estão se adaptando às novas expectativas dos consumidores, incorporando tecnologia, encontrando novas formas de atrair alunos e extraindo mais valor de seus negócios. Nosso papel não é apenas aprender com o que está funcionando, mas tornar esses aprendizados mais acessíveis para todo o ecossistema. Ao compartilhar esse conhecimento e continuar inovando ao lado dos nossos parceiros, podemos ajudar mais operadores a construir negócios mais fortes e sustentáveis e, consequentemente, fortalecer o setor como um todo”.
Crescer mais fortes, juntos: acesse aqui o Relatório do Crescimento do Mercado Fitness 2026 completo, com dados específicos de cada um dos 11 países pesquisados e um plano de crescimento de 90 dias desenvolvido para ajudar donos de academias e estúdios a transformar os aprendizados da pesquisa em ações concretas.
Metodologia
Os resultados são baseados em uma pesquisa anônima com 662 donos de academias e estúdios, realizada por uma empresa independente de pesquisa entre 30 de março e 9 de abril de 2026, nos Estados Unidos, Brasil, Reino Unido, Espanha, Alemanha, Itália, Portugal, Romênia, México, Chile e Argentina.
Em cada país, a amostra foi composta por 80% de academias e estúdios independentes com uma única unidade e 20% de operadores nacionais ou com múltiplas unidades. Ser ou não parceiro do Wellhub não foi um critério de seleção dos participantes, e essa informação foi perguntada apenas na última questão, após todas as perguntas relacionadas ao desempenho dos negócios.
Dos 662 entrevistados, 265 (40%) são atualmente parceiros do Wellhub e 397 (60%) não são. Como os operadores escolhem se desejam ou não estabelecer uma parceria, essas comparações descrevem diferenças observadas nos resultados e não representam um estudo controlado.
O estudo da EY-Parthenon foi realizado separadamente, a pedido do Wellhub, e analisou 813 unidades de academias no Brasil.
Sobre o Wellhub
O Wellhub é um ecossistema de bem-estar corporativo que conecta milhões de colaboradores a mais de 110 mil parceiros de fitness, meditação, terapia, nutrição e sono, tudo em uma única assinatura, projetada para ter um custo menor do que contratar os serviços individualmente. Quase 50 mil empresas em 18 países utilizam o Wellhub para oferecer a milhões de colaboradores acesso a programas de bem-estar corporativo de alto impacto, comprovadamente eficazes em promover engajamento e adesão em larga escala. Com o Wellhub, os colaboradores podem cuidar do seu bem-estar todos os dias. O resultado é mais produtividade, maior retenção e redução nos custos com saúde. Esse é o Efeito Wellhub. Torne-se uma empresa de bem-estar hoje mesmo. Para mais informações, visite www.wellhub.com.













































































































































































































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